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O primeiro dia de greve na saúde ganha adesão dos servidores

09/08/2016 10/08/2016 11:08 91 visualizações
[caption id="attachment_389" align="alignleft" width="300"]Manoel Miranda orienta servidores sobre o movimento paredistaManoel Miranda orienta servidores sobre o movimento paredista[/caption] No primeiro dia de greve geral na saúde os servidores demonstraram motivação para a interrupção dos atendimentos nos hospitais e órgãos da saúde em Palmas em prol do pagamento da data-base.   O movimento iniciou somente na Capital e posteriormente será expandido para os municípios do interior do Tocantins.   No período da manhã a diretoria do Sintras visitou e orientou, sobre o movimento grevista, os servidores no Hospital Geral de Palmas, Hospital Maternidade Dona Regina, Hospital Infantil em Palmas e Hemocentro.   No período da tarde conversou também com os servidores da secretaria estadual da saúde, e outros órgãos da área pertinente ao Estado.   Governo Ainda na tarde desta terça-feira, os representantes dos servidores grevistas foram até o gabinete do secretário de administração, Geferson Barros, exigir do Governo uma proposta de pagamento da data-base 2016 e o retroativo deste direito referente ao ano passado.   O gestor informou que o governo ainda não tem nenhuma propositura sobre o assunto.   Na ocasião o presidente Manoel Pereira de Miranda disse que se o governo não apresentar uma proposta os servidores continuarão com as atividades paralisadas. “Sem proposta a greve continuará por tempo indeterminado”, ressaltou Miranda.   Interior Enquanto em Palmas a mobilização dos profissionais da saúde, filiados ao Sintras, ganhava força, o sindicato recebeu várias ligações de servidores do interior do Estado interessados em paralisar os atendimentos nas unidades de saúde estaduais externando descontentamento com o governo do Tocantins.   Conforme a direção do sindicato, nesta quarta-feira, 10, o Sintras visitará os servidores de Paraíso, Miracema e Porto Nacional.   Nos próximos dias serão programadas visitas aos servidores dos outros municípios até que todos os hospitais e órgãos do Estado da saúde estejam com os serviços reduzidos com somente 30% dos profissionais trabalhando.